Ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga (foto Dado Galdieri/Getty Images) tem uma leitura severa sobre a atual conjuntura brasileira. Segundo ele, o país enfrenta dupla enfermidade: desordem fiscal persistente somada à profunda crise institucional que paralisa o desenvolvimento. Embora o PIB apresente expansão próxima de 3%, o economista alerta que o desequilíbrio das contas públicas mantém os juros em patamares elevados, exigindo uma reforma administrativa e uma nova atualização previdenciária caprichada. Para Fraga, o Estado foi capturado por interesses particulares, o que amplia a desigualdade.











