*O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto (foto: Beto Barata/ PL), afirmou nesta segunda-feira, que os conflitos dentro da família do ex-presidente Jair Bolsonaro podem comprometer o desempenho eleitoral do grupo em 2026 e que eles poderão comprometer a eleição de Flávio Bolsonaro. “Vamos ter que resolver problemas da família Bolsonaro para ganhar as eleições”, disse o presidente do PL. Segundo ele, a disputa interna também pode impactar a situação de Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos. Se não for superada, “o Eduardo não volta ao Brasil”, disse. Valdemar também comentou a ausência de engajamento mais ativo de Michelle Bolsonaro na pré-campanha de Flávio Bolsonaro e descartou a participação da ex-primeira-dama como vice de Flávio como também a da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que estava cotada para a composição da chapa.
*O deputado federal Odair Cunha (PT-MG) não esconde seu otimismo com sua indicação para ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na vaga aberta com a aposentadoria compulsória do ministro Antônio Cedraz. Odair Cunha tem confidenciado a aliados que já procurou 78% dos 513 deputados, ou seja, uns 400 deputados, segundo seus cálculos. Os outros parlamentares com os quais não conseguiu conversar seriam, em sua maioria, bolsonaristas. Na Câmara, onde Cunha tem apoio do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB), a indicação para ser aprovada exige maioria simples em votação secreta, mas ainda não tem data para acontecer. A indicação ainda precisa ser aprovada pelo Senado. Também estão na disputa os deputados Hugo Leal (PSD-RJ), Danilo Forte (sem partido-CE) e Hélio Lopes (PL-RJ).
*Primeira mulher indígena a se eleger deputada federal por São Paulo, a ministra Sõnia Guajajara deixa nesta terça-feira, 31, o Ministério dos Povos Indígenas para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados, nas eleições de outubro. Guajajara será substituída pelo secretário-executivo, o advogado Eloy Terena, que também atuou junto com a ministra na criação da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil. Sob a gestão de Sônia Guajajara, o Ministério dos Povos Indígenas, atuou na articulação de homologações de 20 terras, além de 21 portarias declaratórias.











