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JOGO ABERTO

Paulo César de Oliveira
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Maria Elizabeth Rocha (foto: Divulgação/STM)

*Primeira mulher a presidir o Superior Tribunal Militar (STM) em 217 anos de história, a ministra Maria Elizabeth Rocha (foto: Divulgação/STM), em meio ao debate no Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), em São Paulo, sobre o projeto de lei que equipara a misógina ao crime de racismo, relatou ter sido alvo de discriminação ao longo de sua trajetória na Corte, inclusive em momentos decisivos de sua carreira e destacou a necessidade da “pedagogia de respeito”. A ministra relatou que enfrentou resistência durante sua eleição para a presidência do Tribunal, destacando que o voto de desempate que garantiu sua escolha foi o seu próprio. Ela citou também outros episódios como o ocorrido há cerca de dez anos, quando exercia a vice-presidência e houve tentativa de alteração do regimento interno para impedir sua ascensão ao cargo.

*Se as relações do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), com o presidente Lula já eram tensas desde a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Tribunal de Contas da União (TCU), pelo visto elas estão longe de se arrefecer. Após Lula ter encaminhado a indicação de Messias ao Senado, Davi Alcolumbre tem sinalizado que pretende deixar a sabatina para depois das eleições. Tudo começou no domingo, quando Alcolumbre pediu ao presidente para não encaminhar a indicação de Messias, e Lula ficou de pensar. Passados dois dias, Lula anuncia na reunião ministerial que enviaria a indicação e Alcolumbre só ficou sabendo pela imprensa. O presidente do Senado tem a prerrogativa de encaminhar a indicação à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será realizada a sabatina.

*O endividamento das famílias brasileiras atingiu 49,7% em janeiro e aproxima-se do recorde histórico de 49,9%, registrado em julho de 2022, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central (BC). A taxa se mantém nesse nível pelo 3º mês consecutivo e acumula alta de 1,1 ponto percentual em relação a janeiro de 2025. O indicador considera a relação entre o total das dívidas das famílias e a renda disponível acumulada em 12 meses. Sem o crédito habitacional, o endividamento ficou em 31,3%, o maior patamar desde 2022. Ainda segundo o indicador, o comprometimento da renda das famílias também atingiu recorde, chegando a 29,3% em janeiro, alta de 1,8 ponto percentual em um ano.

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