A estagnação de Romeu Zema (foto Gil Leonardi/Imprensa MG) nas pesquisas tem ampliado a resistência interna no Partido Novo e alimentado a tese de alinhamento com Flávio Bolsonaro já no primeiro turno. A leitura é de que Renan Santos, pré-candidato do recém-criado Missão, ocupou o espaço como candidato antissistema, com críticas explícitas ao bolsonarismo, algo que Zema, participante ativo das manifestações políticas do clã, sente-se inabilitado a fazer. Nesse ambiente, lideranças da sigla no Sul do Brasil – como Deltan Dallagnol, no Paraná, e Marcel Van Hatten, no Rio Grande do Sul – defendem que a melhor estratégia para o mineiro é caminhar nacionalmente com o PL.











