*Um dia depois de confessar que gostaria de escolher uma mulher como vice em sua chapa, mas que ainda não há definições nem negociações avançadas, o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (foto: Beto Barata/PL), PL-RJ, se reuniu nesta terça-feira, 7, no Palácio Tanguará, em São Paulo, com a deputada federal Simone Marquetto (SP). Ela trocou o MDB pelo PP, durante a janela partidária. Citada como um dos nomes prováveis para vice de Flávio, Simone foi prefeita de Itapetininga, tem conexão direta com a comunidade católica e é ligada a Frei Gilson, o frade carmelita que costuma atrair 1 milhão de pessoas, em lives de oração do Rosário, às 4 horas da manhã. O encontro dos dois foi articulado pelo presidente do PP em São Paulo, com o aval do presidente nacional da sigla, senador Ciro Nogueira (PI).
*O Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou a ação que questionava o reajuste de cerca de 45% no valor do pedágio em trechos da BR-040, entre Juiz de Fora, na região da Zona de Minas Gerais, à Baixada Fluminense e à Região Serrana do Rio de Janeiro. A decisão é da ministra Cármen Lúcia, relatora do caso. Com o arquivamento, a tarifa básica de R$ 21 para veículos de passeio, em vigor desde novembro, permanece inalterada nas praças de Simão Pereira (MG), e de Areal e Xerém, no Rio. O pedido de medida cautelar para suspender o reajuste e restabelecer o valor anterior, de cerca de R$ 14,50, foi apresentado em janeiro pelo Partido Renovação Democrática (PRD).
*A crise dos combustíveis provocada pelo conflito no Oriente Médio provocou a primeira baixa no alto escalão da gestão de Magda Chambriard com a demissão pelo Conselho de Administração da Petrobras de Claudio Schlosser, do cargo de diretor-executivo de Logística, Comercialização e Mercados. A demissão do executivo ocorreu depois de um leilão de gás de cozinha (GLP) na semana passada, quando a área subordinada a Schlosser registrou preços acima dos valores de referência da estatal, gerando mal-estar interno. Magda Chambriard considerou o resultado do leilão um ato de insubordinação e o presidente Lula manifestou insatisfação com o caso, chegando a afirmar que o leilão seria anulado pela Petrobras.










