A pré-campanha de Flávio Bolsonaro (foto: Andressa Anholete/Agência Senado) mantém a vice em aberto — são ao menos nove nomes, com crescente inclinação por perfis do setor produtivo. A escolha, porém, não é urgente. A prioridade é outra: consolidar bases nos estados. Hoje, o time contabiliza cerca de 20 palanques considerados sólidos, número superior ao estágio equivalente de 2022, quando Jair Bolsonaro tinha metade disso — lacuna vista como decisiva na derrota. A agenda reflete o foco. Em Campo Grande, o diálogo passa por Tereza Cristina, também cotada para vice. Em Porto Alegre, o objetivo é reforçar o palanque com Coronel Zucco. Em paralelo, a campanha intensifica pontes com empresários, como no jantar da Fiesp. O recado é claro: antes do nome, vem o mapa — alianças, território e musculatura regional.










