*Afastado da grande mídia, o ex-todo-poderoso ministro do governo Jair Bolsonaro, Paulo Guedes (foto: COMAC-SC/ Divulgação), em sua primeira aparição pública desde que deixou o Ministério da Economia, afirmou que a oposição deve ganhar a eleição de outubro por causa do baixo crescimento do país. A declaração foi durante palestra no Fórum Liberdade, realizado em Porto Alegre (RS). Fazendo jus à fama de ser um político com “apreço especial por falar bem de si mesmo”, Paulo Guedes defendeu sua gestão à frente do comando da Economia do país e afirmou que deixou o cargo com uma previsão de inflação de 3,2% ao ano. O ex-ministro evitou declarar apoio a qualquer candidatura presidencial e afirmou que, no momento, está focado na iniciativa privada.
*Em meio à decisão do PSD de lançar candidatura própria à presidência da República, uma fala do presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, tem sido interpretada como uma alfinetada para o senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Kassab fez uma comparação indireta entre Flávio e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), ao afirmar que a experiência política deve ser um fator decisivo na disputa presidencial. “Experiência é fundamental. É importante que o Brasil tenha uma alternativa, mas que essa alternativa tenha condições de vencer”. A declaração foi durante encontro com empresários, ao comentar o cenário eleitoral e a necessidade de construção de alternativas competitivas ao presidente Lula (PT), que deve disputar a reeleição.
*A decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União – AP) , de pautar o veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria, que prevê a redução de pena dos condenados pelo 8 de janeiro de 2023, tem sido vista como uma armadilha para o advogado-geral da União, Jorge Messias. É quase unânime entre os congressistas que o veto de Lula vai cair e se tal acontecer a questão vai parar justamente no Supremo Tribunal Federal (STF), o que deixa Messias em posição delicada. É que Messias ajuizou no STF mais de 400 ações contra os envolvidos nos atos de vandalismo de Brasília. A apreciação do veto do presidente Lula acontece um dia depois da sabatina de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).










