Uma empresa familiar, que completou 120 anos e é a quinta mais antiga do varejo. Essa é uma marca da Drogaria Araujo, que foi pioneira no setor e abriu espaço para outras tantas atualmente em atividade no país. Nas mãos de Modesto Araujo, a empresa se modernizou e atingiu outro patamar, um aprendizado que começou, segundo ele varrendo a loja ou “dando uma canetada”, como falava o pai. A história da Drogaria Araujo, que se confunde com a história de Belo Horizonte, movimentou o Conexão Empresarial desta segunda-feira, no Centro de Referência do Queijo Artesanal. No evento promovido pela VB Comunicação, revista Viver Brasil, blogdopco e Jornal O Tempo, Modesto Araujo e a filha Sílvia, que é diretora administrativa da rede, contaram parte dessa trajetória de sucesso e de muito engajamento familiar, que atravessa gerações, e dos seus mais de 12 mil colaboradores, que atuam nas 360 lojas espalhadas por 65 municípios mineiros.
De olho no que acontece fora do país para melhorar e qualificar ainda mais os serviços da Drogaria Araujo, são realizadas viagens internacionais, com participação dos seus funcionários. A última resultou na adoção de um modelo de gestão adotado em Portugal e que tem trazido resultados surpreendentes. Com a ajuda da Inteligência Artificial, os gerentes das lojas conseguem organizar as suas tarefas de forma muito mais produtiva, que resultou, até agora, em 98% de assertividade, segundo Silvia.
A empresa, a exemplo de outras no estado, enfrenta problemas com falta de pessoal. São 1.400 vagas em aberto. A tecnologia tem ajudado a suprir essa carência e a ideia é a de tornar esse modelo de operação cada vez mais sustentável. A Araujo também quer avançar em outras áreas, como na loja da rua Aimorés com Rio grande do Norte, onde será dado ênfase às vacinas e a telemedicina. (Foto/Tião Mourão)










