A inclusão de Maria Ângela Hungria (foto reprodução midiamax) entre as mais influentes do mundo, na TIME100 2026, não é gesto simbólico e sim o reconhecimento de uma mudança silenciosa na agricultura. Seu trabalho com microrganismos desloca o eixo da produção: menos dependência química, mais inteligência biológica no solo. Ao longo de décadas na Embrapa, Hungria consolidou uma estratégia que reduz custos e impactos ambientais sem sacrificar produtividade. O Prêmio Mundial da Alimentação apenas chancela o óbvio: inovação real não faz barulho, faz efeito. Num mundo pressionado por segurança alimentar, sua pesquisa mostra que o futuro da lavoura não está em mais insumos, mas em entender e usar melhor a própria natureza.











