O Brasil abriu o ano em ritmo de alta: 3,74 milhões de turistas no primeiro trimestre, salto de quase 20% sobre o mesmo período anterior. A tração vem da vizinhança — argentinos na dianteira, com chilenos e americanos no encalço. O dado do Ministério do Turismo do Brasil, comandado por Gustavo Feliciano (foto Agência Brasil), indica mais que um pico sazonal: o país já alcança metade da meta anual em três meses. É fluxo, é câmbio favorável, é janela de oportunidade. Se mantiver o fôlego, o setor troca a cautela por ambição. Mas turismo é bicho sensível: depende de preço, segurança e imagem. Por ora, o Brasil não só voltou ao mapa — está no centro dele.











