Entre os bolsonaristas cresce a preocupação em relação ao protagonismo que o pré-candidato à presidência da República, Romeu Zema (Novo), conseguiu nos últimos dias. Além dos embates com o ministro do Supremo Tribunal Federal, ele também defende que, se eleito, adotará um programa amplo de privatizações, incluindo Petrobras e Banco do Brasil. A proposta integra um plano de redução do tamanho do Estado, com foco em conter gastos e aliviar a dívida pública, hoje próxima de R$ 9 trilhões. Zema critica a gestão federal por gastar além da arrecadação e sustenta que a venda de estatais e a diminuição de despesas com privilégios seriam caminho para reequilibrar as contas. Nas redes sociais, apoiadores do senador Flávio Bolsonaro (foto: Andressa Anholete/Agência Senado) estão aumentando o tom das críticas a Zema.











