Faz dois dias que o pré-candidato à ´residência da República, Romeu Zema, (foto: Gil Leonardi/Imprensa MG) vem dizendo, em suas redes, que irá privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil, colocando no mesmo pacote empresas de perfil e funções estratégicas distintas. É importante que seja feita a pergunta se, privatizadas, ao se tornarem empresas de mercado irão suprir o que, hoje, é política pública. Além de seu papel junto ao agro e ao fomento de crédito direcionado, o Banco do Brasil mantém agências em áreas remotas do país, onde certamente um banco privado pode não ver vantagem de atuação junto a uma população reduzida e, no geral, de poder aquisitivo baixo. Sobre a Petrobras, a empresa é, também, fonte de receita para o governo e responsável pela segurança energética. Não se trata de ser contra ou a favor de privatizar, mas de colocar em balanças diferentes o que não é igual.











