O presidente da Câmara, Hugo Motta (foto: Bruno Spada/ Câmara dos Deputados), estimula esticar o debate da escala 6×1 do campo pontual e empurrá-lo para uma revisão mais ampla das regras trabalhistas. Liderado pela FPE (Frente Parlamentar do Empreendedorismo), o movimento sustenta que reduzir jornada sem mexer na estrutura — insegurança jurídica, rigidez e custos — é remendo, não solução. A estratégia é apresentar emendas à PEC ainda nesta semana, ampliando o escopo para temas como prevalência do negociado sobre o legislado, limites a normas do Ministério do Trabalho e restrições à atuação normativa da Justiça. Também se fala em dar status constitucional a pontos da reforma de 2017. No Congresso, a pressão inclui cobrar do governo detalhes sobre impacto fiscal e fontes de compensação. A comissão especial deve sair do papel, mas o embate promete ir além do relógio de ponto.











