A retórica de Donald Trump (foto: Anna Moneymaker/AFP) reacendeu um velho fantasma na Europa: a necessidade de autodefesa nuclear. Desde seu retorno à Casa Branca, o republicano voltou a questionar a Otan, ameaçando reduzir o compromisso dos EUA com a segurança do continente. O recado foi absorvido. Emmanuel Macron anunciou nova estratégia nuclear, enquanto países como Alemanha, Polônia e Suécia discutem alternativas próprias. Ninguém fala em substituir o guarda-chuva americano herdado do pós-guerra. Mas a confiança balança. Entre a dependência histórica e a incerteza atual, a Europa começa a flertar com um plano B — e ele é atômico.











