*O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (foto: Carlos Moura/ Agência Senado), PT-BA, afirmou nesta quarta-feira, que houve articulação silenciosa de parlamentares para rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Na minha conta, eu nunca tinha feito nenhuma conta, com os nossos assessores, menor do que 41, 42 votos, ou seja, com a aprovação dele. E, infelizmente, muita gente sorrateiramente trabalhou por debaixo do pano”, afirmou Wagner que também admitiu desgaste na relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).“Minha relação ficou muito estremecida com o presidente do Senado porque ele queria o Pacheco e, como sou líder do governo, ele acha que eu tinha que arrancar isso do presidente”, afirmou.
*O IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração) ganhou um aliado de peso em sua luta contra a criação da agência estatal, Terrabras, para atuar na cadeia de terras raras e minerais críticos. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos –PB), também se posicionou contra a criação de uma empresa pública e disse que defende a criação de um conselho especial com a participação do Executivo para manter a estratégia nacional de soberania.
*O presidente Lula nomeou Margareth Rodrigues Costa para o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), nesta quarta-feira (6/5). O Senado aprovou a indicação da magistrada para a função no dia 29 de abril, no mesmo dia da rejeição histórica naquela Casa da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). Oito desembargadoras e 15 desembargadores de Tribunais Regionais do Trabalho se candidataram ao cargo. O TST escolheu três mulheres para a lista tríplice, e Lula indicou Margareth. Ela ocupará a vaga que era de Aloysio Corrêa da Veiga, que se aposentou do TST.











