As bebidas adulteradas em Minas Gerais já deixaram de ser questão policial isolada para se tornar caso de saúde pública. Autoridades realizam operações pontuais enquanto consumidores seguem sem garantia sobre o que chega às prateleiras e às mesas. Prova disso são os 10 estabelecimentos fiscalizados no Mercado Central nesta quarta-feira, 6: em todos havia algum tipo de irregularidade, em especial com as rotulagens das bebidas. Também chama atenção a ausência de campanhas permanentes de conscientização. Boa parte da população acredita que bebidas adulteradas se restringem a produtos vendidos de forma clandestina, quando, na prática, itens falsificados circulam em estabelecimentos regulares. De acordo com o superintendente da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, Bernardo Naves, “o que nós vemos é uma necessidade de continuidade desse tipo de operação.”











