O presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu bancar a autoridade institucional da Casa ao defender a suspensão de Marcos Pollon, Zé Trovão e Marcel van Hattem (foto Agência Câmara dos Deputados). Ele sinalizou que a ocupação da Mesa Diretora em 2025 não passaria sem reação. O Conselho de Ética aprovou afastamento de dois meses — punição mais dura que os 30 dias inicialmente pedidos pela Mesa. O relator Moses Rodrigues elevou o tom e transformou o caso num teste sobre os limites do confronto político dentro do Parlamento. Os deputados ainda recorrerão à CCJ, mas a decisão final caberá ao plenário, com necessidade de 257 votos. Hugo tenta blindar a crise com o discurso do respeito ao rito. No fundo, a Câmara discute até onde vai o protesto e onde começa a desordem institucional.











