A ministra Cármen Lúcia (foto: Luiz Roberto/TSE) avalia que a disseminação de conteúdos produzidos por inteligência artificial impõe desafios inéditos à Justiça Eleitoral e pode afetar diretamente a liberdade de escolha dos eleitores. Ela chama a atenção para a velocidade de propagação de informações falsas e para a dificuldade de reação das instituições diante desse cenário. Segundo a magistrada, a produção artificial de dados e conteúdos enganosos, mas aparentemente autênticos, tem potencial para comprometer candidaturas, influenciar comportamentos e fragilizar a confiança pública.










