O anúncio de um acordo provisório entre Estados Unidos e Irã, que inicialmente trouxe alívio aos mercados financeiros, já começa a ser visto com cautela pelos investidores. Embora o presidente americano Donald Trump (foto: Molly Riley/ Casa Branca) tenha afirmado que o entendimento está consolidado e avançando para uma nova etapa, autoridades dos dois países reconhecem que uma solução definitiva ainda depende de negociações futuras. A mudança de humor reflete as incertezas sobre os efeitos concretos do acordo. O principal ponto de atenção continua sendo o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte mundial de petróleo. Sem garantias claras sobre sua plena reabertura e estabilidade, agentes econômicos permanecem em compasso de espera. O resultado é um mercado menos eufórico e mais atento aos riscos geopolíticos que ainda cercam a região. Há quem diga que Barack Obama conseguiu acordo melhor, em sua gestão na presidência dos EEUU.










