A política de incentivos fiscais de Minas Gerais voltou ao debate na Assembleia Legislativa. Luciana Mundim, secretária da Fazenda – foi questionada sobre falta de transparência na prestação de contas, com deputados da oposição argumentando que haviam sido apresentados apenas dados agrupados e valores globais. Os parlamentares questionaram como os benefícios fiscais passaram de R$ 7,4 bilhões para R$ 22 bilhões, podendo alcançar R$ 26 bilhões neste ano. Luciana Mundim defendeu que os incentivos atraem investimentos, geram empregos e ampliam a arrecadação. O embate expõe a divergência sobre o equilíbrio entre estímulo à atividade econômica e preservação das receitas públicas. (foto: Guilherme Bergamini/ALMG)










