A pesquisa Atlas/Bloomberg que simulou a disputa presidencial sem Flávio Bolsonaro produziu um efeito direto sobre o desempenho de Romeu Zema(foto: Gil Leonardi/Imprensa MG). Com Michelle Bolsonaro no lugar do senador, o nome do Novo salta de 2% para 8,6% das intenções de voto e assume a terceira colocação, enquanto Lula permanece à frente. O cenário sugere que o mineiro encontra espaço para crescer justamente quando a direita bolsonarista perde um candidato com maior capacidade de concentração desse eleitorado.










