O Banco do Brasil, vitrine histórica de governos petistas, atravessa uma fase bem menos reluzente sob o comando de Tarciana Medeiros (foto: Reprodução BB). Pressionado pela inadimplência do agronegócio, setor em que é uma das principais fontes de crédito do país, o banco viu o lucro ajustado cair para R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026, recuo de 54% em um ano. O baque atingiu também os dividendos: o payout, antes na faixa de 40% a 45%, foi reduzido para 30%, esfriando o apetite dos investidores por BBAS3. Na prática, o banco virou uma combinação indigesta de risco de crédito, lucro menor e provento mais magro. Sob a gestão petista, o BB continua grande — mas deixou de parecer aquela máquina confiável de dividendos que encantava o mercado.










