A ida de Flávio Bolsonaro (foto: Andressa Anholete/Agência Senado) a Washington para tratar do tarifaço americano coloca o senador numa armadilha política. Se a sobretaxa for mantida, adversários o associarão ao desgaste provocado pela proximidade com o trumpismo. Se for adiada, surgirá a pergunta sobre quais compromissos foram assumidos para obter o recuo. Ao tentar se descolar do problema, Flávio entra num jogo de perde-perde: qualquer desfecho terá custo eleitoral.










