A dívida bruta do governo brasileiro deverá subir de 83,9% do PIB registrada em 2022 para 96,5% ao fim de 2026, um avanço de 12,6 pontos percentuais — o segundo maior entre os países do G20, atrás apenas da China. O levantamento foi elaborado pelo Farol da Oposição, ligado ao PSDB de Aécio Neves, com base em dados e projeções do FMI, presidido por Kristalina Georgieva (foto Ronald Wittek/EPA). O Fundo estima que o índice poderá atingir 105,5% do PIB em 2030. A comparação exige uma ressalva: o FMI adota um conceito de dívida mais amplo que o Banco Central, cuja projeção para 2026 é de 83,6% do PIB.










