São Paulo e Minas Gerais avaliam mudanças no imposto cobrado sobre heranças e doações, o ITCMD, com possibilidade de adoção de alíquotas progressivas de até 8%. A expectativa de aumento já leva famílias de maior patrimônio a antecipar transferências de bens, embora especialistas alertem que a pressa pode resultar em custo desnecessário, sobretudo para patrimônios enquadrados nas faixas menores. A decisão exige análise da valorização dos ativos e do rendimento que o valor pago antecipadamente poderia gerar. A equipe econômica do ministro Dario Durigan (foto: Diogo Zacarias/ Ministério da Fazenda) também acompanha a nova regra federal para avaliação de holdings e empresas familiares, cuja mudança na base de cálculo poderá pesar mais que a própria elevação das alíquotas.











