Os dividendos globais somaram US$ 424,5 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 10,1% em um ano. O Brasil respondeu por US$ 6,3 bilhões, quase 60% de todo o valor distribuído na América Latina, e alcançou a 11ª posição no ranking mundial. A Vale, presidida por Gustavo Pimenta (foto: Vale/divulgação), foi um dos destaques ao elevar o pagamento por ação de R$ 2,66 para R$ 3,58. O resultado confirma a força de setores como bancos, farmacêuticas e petroleiras na geração de caixa. Para o investidor, porém, dividendo alto não é passe livre: é preciso olhar lucro, endividamento e sustentabilidade dos pagamentos. A Janus Henderson projeta avanço global de 8,3% em 2026.











