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JOGO ABERTO

Por Paulo César de Oliveira
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Nabor Wanderley (foto: Reprodução/Instagram)

*A exemplo de seu pai, Nabor Wanderley (foto: Reprodução/Instagram), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também anunciou que decidiu apoiar a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição. O anúncio ocorre após a direção nacional do partido declarar neutralidade na corrida presidencial e liberar os diretórios estaduais para escolherem o candidato que preferem apoiar. Na Paraíba, onde Lula é campeão de votos, o apoio de Motta à reeleição do presidente já era esperado. Em abril, Nabor Wanderley deixou a prefeitura de Patos para se candidatar ao Senado pela Paraíba, assumiu a presidência estadual do Republicanos e declarou apoio à reeleição do presidente Lula, mesmo o petista tendo sinalizado que iria apoiar o senador Veneziano (MDB), que busca a reeleição na chapa opositora.

*O advogado Daniel Bialski, que passou atuar na semana passada na defesa de Daniel Vorcaro, quer uma audiência com o ministro André Mendonça, relator do caso Master, para retomar as negociações para uma terceira proposta de delação premiada apresentada pelo ex-banqueiro. Bialski passou a integrar a equipe de defesa ao lado de Sergio Leonardo, que acompanha Vorcaro desde o início das investigações, e que apesentou a segunda delação recusada, como a primeira, pela Polícia Federal e pela Procuradoria Geral da República. Daniel Bialski mantém boa relação com André Mendonça e Vorcaro aposta na boa interlocução do advogado para abrir caminho com o ministro para uma nova delação premiada.

*Os motoristas devem ficar atentos ao alerta da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeng): em 2026, motoristas que pretendem adesivar veículos com propaganda eleitoral ou utilizá-los em atividades de campanha nestas eleições devem informar previamente às seguradoras para evitar problemas com o sinistro. Segundo a FenSeng, a adesivação com material eleitoral e o uso do automóvel em atividades de campanha podem ser consideradas pelas seguradoras como aumento de risco devido à maior exposição a acidentes, a vandalismos e à circulação em eventos públicos. Para as seguradoras, mudanças no perfil do veículo como sua utilização para transporte de material de campanha ou apoio a comitês, entre outros casos, altera as condições avaliadas quando o contrato foi firmado, podendo resultar em recusa a indenização por roubo, furto ou colisão. 

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