O Brasil envelheceu em ritmo acelerado: a população idosa dobrou em 25 anos e a inversão da pirâmide etária já se aproxima. Para Yeda Duarte (foto: Jornal da USP), professora da USP e coordenadora do Estudo SABE, porém, envelhecimento não é sinônimo de dependência: cerca de 75% dos idosos brasileiros mantêm autonomia e boa qualidade de vida. O desafio está nos 25% que necessitam de políticas permanentes de cuidado. Pesquisas com brasileiros acima dos 90 anos indicam ainda que genética e ambiente têm peso semelhante na longevidade saudável. Atividade física, sono, alimentação, vínculos sociais e propósito continuam decisivos. Ao mesmo tempo, genômica, inteligência artificial e biomarcadores prometem ampliar a prevenção e antecipar diagnósticos.











