*O deputado federal Reginaldo Lopes (foto: Divulgação), PT-MG, é o nome preferido do presidente Lula para presidir a comissão mista da Medida Provisória (MP) que acaba com a taxa das blusinhas. O presidente Lula já teria informado ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) que gostaria de ter Reginaldo, que já conduziu comissões importantes no Congresso como a comissão especial que elaborou o texto da reforma tributária, presidindo a comissão. Mesmo informado por Lula de sua preferência, Motta teria afirmado a interlocutores que a escolha do presidente da comissão deve ficar mesmo para a segunda semana do esforço concentrado do Congresso, entre 31 de agosto e 3 de setembro. Será uma corrida contra o tempo. A MP das Blusinhas precisa ser votada até 8 de setembro para não perder a validade.
*O Ministério das Relações Exteriores concedeu o passaporte diplomático ao ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Mário da Silva Velloso, e a sua mulher Maria Ângela Penna Velloso. O passaporte, emitido pelo Itamaraty, tem validade de cinco anos e é concedido a autoridades diplomáticas e a pessoas em missão oficial do Estado. Ele também pode ser concedido em caráter excepcional a pessoas que atendam aos interesses do país. A exemplo de Carlos Mário, outros ministros já receberam o passaporte diplomático como Carlos Ayres de Britto, Marco Aurélio Mello, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa. A concessão do passaporte ao ministro Carlos Mário assinada pelo chanceler Mauro Vieira saiu publicada no Diário Oficial da União (DOU.
*O ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), determinou a suspensão de uma licitação de R$ 1,06 bilhão para a exploração de um pátio de caminhões de 242 mil metros quadrados ao lado do Porto de Santos vencida pela família do ministro Bruno Dantas. A concorrência foi vencida pelo Consórcio Portolog, liderado pelo empresário João Camargo, cunhado de Bruno Dantas, e formado por empresas ligadas à família do ministro, incluindo a mulher, o cunhado e o sogro. Nardes também rejeitou um pedido de parlamentares da oposição para declarar Bruno Dantas impedido de atuar no caso, sob o argumento de que somente as partes envolvidas no processo podem apresentar pedido de suspeição ou impedimento de um ministro.











