A corrida presidencial brasileira já começa a pesar sobre câmbio e juros. Em relatório, o JPMorgan avalia que o desempenho dos candidatos deverá orientar os ativos locais até a votação. Cassiana Fernandez (foto reprodução/Forbes), economista-chefe para a América Latina do banco, já destacou que o cenário eleitoral ocupa posição central nas discussões dos investidores. Para o dólar, a instituição trabalha com cenários entre R$ 4,90 e R$ 5,50, conforme a percepção de risco político. Na renda fixa, a expectativa é de influência crescente das urnas sobre as taxas. O mercado, enfim, começa a votar antes do eleitor.











