A fraqueza da atividade econômica e a desinflação levaram a XP a rever sua aposta para a Selic. A instituição agora projeta a taxa básica em 13,25% no fim de 2026, contra 14% anteriormente, e espera novo corte de 0,25 ponto em setembro. Segundo o economista-chefe da XP, Caio Megale (foto: Divulgação/XP Inc), indicadores de indústria, comércio e serviços mostram perda de fôlego, enquanto o elevado endividamento limita o efeito dos estímulos sobre o consumo. Os núcleos de inflação também recuaram para perto de 4%. O cenário abre espaço para juros menores, mas sem festa antecipada: alimentos, custos de produção e outras pressões inflacionárias ainda recomendam cautela ao Banco Central.










