Faltando um mês para o primeiro turno, o investidor volta a encarar a velha tentação de esperar a eleição passar para decidir o que fazer com o dinheiro. O UBS, comandado globalmente pelo suíço Sergio Ermotti (foto: Pascal Mora/Bloomberg), analisou eleições anteriores e não encontrou um padrão consistente de volatilidade adicional na Bolsa, no câmbio ou na renda fixa. Desta vez, porém, pesquisas eleitorais já provocam reprecificações rápidas. Gestores recomendam diversificação, exposição limitada a estatais, atenção aos prefixados diante da perspectiva de queda dos juros e rigor no crédito privado. Eleição pode sacudir preços; transformar a carteira em urna eleitoral costuma ser aposta, não investimento.











