Está marcada para amanhã, terça-feira, 15, a sessão no STF – até agora, pública, como manda a Constituição – para decidir o futuro de alguns ministros que estão enlameando a Supremo, o que nunca poderia ter acontecido. Edson Fachin (foto: Nelson Jr./Agência Brasil), o presidente da instituição, não teve outra alternativa – apesar de estar sofrendo pressão de todo lado, para que não aconteça o que parte do povo está querendo: analisar pedido de investigação contra seus pares. O resultado do que acontecer nesta terça-feira pode repercutir na sucessão presidencial.











