A provocação do presidente Lula ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao defender a soberania dos países e o princípio da não interferência em assuntos internos repercute entre os países membros da Organização das Nações Unidas. Ao discursar na 81ª Assembleia Geral da ONU, Lula afirmou que “a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável”, mas “o Brasil não cabe no quintal de ninguém” e acrescentou que o país precisa de parceiros com agenda positiva, que fomente o desenvolvimento. Ele também reclamou da interferência nas eleições ao afirmar que “a democracia está novamente em xeque. Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais.”
Havia uma expectativa de que o presidente Lula tivesse um rápido encontro com Trump, como na última vez, quando Lula descia e Trump subia para fazer o seu discurso.












