A carne bovina brasileira ganhou uma barreira de peso no seu principal mercado. Após o Brasil esgotar, em 29 de setembro, a cota anual de 1,1 milhão de toneladas destinada à China de Xi Jinping (foto: Noel Celis/AFP), os embarques excedentes passarão a sofrer sobretaxa de 55%, além da tarifa regular de 12%. Em 2025, os chineses compraram 1,68 milhão de toneladas do produto brasileiro, quase metade de tudo o que o país exportou, movimentando US$ 8,9 bilhões. A medida, prevista no regime de salvaguardas de Pequim, também atingiu a Austrália. Para frigoríficos e exportadores brasileiros, a conta agora é simples e indigesta: vender à China ficou bem mais caro, e encontrar novos mercados deixou de ser opção para virar necessidade.













