A equipe de Lula (foto: Ricardo Stuckert) já discute os planos para um eventual segundo turno, com propostas, sobretudo, na área fiscal, e para conter o avanço da dívida pública. Em Minas, a avaliação é que será necessário ampliar significativamente a votação para compensar a vantagem de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro e em São Paulo. Pesquisas recentes apontam recuperação de Lula no estado: na Quaest, ele passou de 31% para 35% no primeiro turno e, na simulação de segundo turno, chegou a 41%, contra 40% de Flávio. A aprovação do governo também subiu de 41% para 44% no período.












