O presidente Lula(foto: Evaristo Sá/AFP) obteve 72,6% dos votos válidos nas seções de presídios e unidades socioeducativas, contra 23,3% de Flávio Bolsonaro, segundo levantamento com boletins do TSE. No país, a ordem foi inversa: Flávio marcou 47,03%, e Lula, 45,16%. O recorte exige precisão: nessas unidades também podem votar servidores e mesários. Os números não representam apenas presos, mas a comunidade que envolve o sistema prisional. Em 2016, a Penal Reform International analisou 66 países: a maioria permitia o voto de presos provisórios e 45% retiravam automaticamente esse direito após condenação à prisão.












