Aliados de Tarcísio de Freitas (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) e Rogério Marinho acreditam que os dois têm condições de liderar uma nova direita, mas enfrentam um obstáculo decisivo: a dependência política de Jair Bolsonaro. O governador, reeleito com folga, ainda cultiva sua lealdade ao ex-presidente. Marinho, por sua vez, coordenou a campanha derrotada de Flávio por indicação do próprio Jair. Para conquistar autonomia, ambos precisarão substituir o personalismo por propostas, o radicalismo pelo diálogo e a submissão familiar pelo compromisso institucional. O desafio é preservar o eleitorado conservador sem perpetuar os vícios do bolsonarismo. Afinal, enquanto a direita permanecer refém de um sobrenome, sua renovação será apenas uma troca de rostos, não de princípios.











