O Banco Central, presidido por Gabriel Galípolo (foto: Vinicius Doti), decide nesta quarta-feira se mantém a Selic em 13,75% ou promove novo corte, para 13,50%. Após cinco reduções consecutivas, a expectativa predominante é de interrupção do ciclo de queda. A inflação persistente, as incertezas fiscais e a deterioração das expectativas econômicas exigem cautela. Para o investidor, o cenário favorece aplicações pós-fixadas, especialmente aquelas vinculadas ao CDI e à Selic. Já os títulos prefixados exigem atenção diante da volatilidade dos juros futuros. O Tesouro IPCA+ permanece como alternativa para proteger o poder de compra no longo prazo, desde que respeitado o vencimento. A decisão do Copom vai além do mercado financeiro: juros elevados encarecem o crédito, restringem o consumo e dificultam investimentos produtivos. O desafio é conter a inflação sem sufocar a economia.











