Anunciado nesta quarta-feira, 4, o acordo entre a australiana Viridis Mining and Minerals e a belga Solvay para comercializar 70% da produção de terras raras do projeto Colossus, em Poços de Caldas, expõe o desafio de MG: evitar o fornecimento de insumo estratégico para a indústria global deixando no exterior o valor agregado da riqueza que sai de seu território. O processamento do minério será feito na França, enquanto a transferência de tecnologia para beneficiamento no Brasil ainda está em negociação. Gabriel Azevedo (foto: Tião Mourão)- confirmado para integrar o secretariado de Cleitinho Azevedo – defende a criação de uma Política Estadual de Minerais Críticos e Terras Raras. “Minas não pode se contentar em retirar a riqueza do chão e mandar essa riqueza para fora.”











