O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (foto/reprodução internet) assumiu papel central na missão que rendeu ao Brasil um percentual mais “brando” no tarifaço de Trump – mais especificamente 10%, bem abaixo da taxa de outros parceiros comerciais dos Estados Unidos, como China (34%), Japão (20%), União Europeia (20%) e até mesmo Israel (17%).
Em março, Alckmin abriu um canal direto com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, o que desencadeou uma série de diálogos entre autoridades e empresários dos dois países. Paralelamente, articulações diplomáticas e a influência do setor privado reforçaram a tese de que taxar produtos brasileiros prejudicaria as próprias multinacionais americanas instaladas no país.
O resultado? O Brasil saiu da lista dos mais visados e passou a figurar entre os parceiros estratégicos, ao lado do Reino Unido e da Austrália, que também receberam a tarifa reduzida de 10%.