O contrato milionário do escritório de Viviane Barci de Moraes (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) com o Banco Master previa atuação direta em quatro órgãos do Executivo. Mas, na vida real, o rastro dela some como dinheiro em offshore. Depois de Banco Central e Cade, agora a PGFN informou, via Lei de Acesso à Informação, que não há qualquer registro de entrada, reunião ou audiência da advogada em Brasília entre janeiro de 2024 e dezembro de 2025. Nem na sede, nem nas regionais. E estamos falando do órgão que cuida das grandes disputas fiscais da União — exatamente onde o Master teria interesse vital. Mesmo assim, o contrato — R$ 3,6 milhões por mês — dizia que Viviane organizaria “cinco núcleos de atuação” no Judiciário, no Legislativo e nesses órgãos do Executivo. Até agora, o que aparece é só o dinheiro circulando. A presença, não. Era consultoria estratégica… ou era só um cheque com CPF? No ritmo atual, não foi lobby. Foi premonição.











