Ao abrir um seminário do TSE sobre segurança e desinformação, Cármen Lúcia (foto: Fellipe Sampaio/STF) apontou a inteligência artificial e a circulação de conteúdos enganosos como os principais riscos às eleições de 2026. A ministra defendeu que a Justiça Eleitoral identifique manipulações sem restringir a liberdade de expressão e aposte em ações preventivas para preservar a confiança no voto. Também afirmou que o sistema deve garantir escolhas livres, sem interferências ou abusos, e destacou a atuação conjunta de juízes, mesários, forças policiais e técnicos. A mensagem foi clara: o problema não é a tecnologia, mas seu uso para capturar a vontade do eleitor.










