Um dos poucos nomes do Supremo não envolvidos em constantes polêmicas da Corte, a ministra Cármen Lúcia (foto: Felipe Sampaio/STF) – que preside o Tribunal Superior Eleitoral – cobrou o fim do regime de teletrabalho na Justiça Eleitoral e mais celeridade no cadastramento de eleitores em locais onde ainda há pendências. A ministra tem enfatizado a necessidade de produtividade e presença física, especialmente por conta da preparação para as Eleições de 2026, exigindo que as tarefas de juízes de Primeira e Segunda instâncias sejam realizadas no local de trabalho.










