Donald Trump (foto/reprodução internet) parece determinado a reescrever as regras do comércio global – ou, pelo menos, a reforçar sua retórica protecionista. Em um movimento que batizou de "Dia da Libertação", o presidente dos EUA anunciou uma enxurrada de tarifas sobre países que, segundo ele, prejudicam a economia americana. O Brasil, que já esperava o golpe, foi taxado em 10%, enquanto China, União Europeia e Japão enfrentam sobretaxas ainda mais pesadas. A justificativa? Proteger empregos americanos e atrair fábricas de volta ao país. No entanto, economistas alertam que a medida pode impulsionar a inflação estadunidense e aprofundar tensões comerciais. O Brasil busca estratégias para reagir, mas sem muitas ilusões sobre o que está por vir.