O ministro Edson Fachin (foto: Gustavo Moreno/STF) colocou o combate à violência contra mulheres no topo da agenda do Judiciário para 2026. Na abertura da primeira sessão do CNJ no ano, o presidente do conselho e do STF afirmou que o enfrentamento ao feminicídio e às agressões domésticas e sexuais será eixo central da atuação institucional. No mesmo dia, o STJ afastou cautelarmente o ministro Marco Buzzi, acusado de importunação sexual. Fachin também indicou como prioridades o mapeamento de organizações criminosas, políticas de equidade racial e uma parceria com o Ministério da Saúde para organizar a judicialização do SUS por meio de uma plataforma nacional.










