Um documento de análise da situação dos Correios, presidida por Emmanoel Schmidt Rondon (Foto: Agência Senado), mostra que a empresa deixou de pagar R$ 3,7 bilhões em obrigações com fornecedores, com o fundo de pensão, com o plano de saúde dos funcionários, e em tributos federais. A direção dos Correios afirma que o adiamento aconteceu em função de um fluxo de caixa negativo. Nos primeiros nove meses de 2025 entraram R$ 16,94 bilhões nas contas e havia uma obrigação de pagar R$ 20,65 bilhões.










