A decisão de Alexandre de Moraes(foto Luiz Silveira/STF) de destravar uma ação do Partido dos Trabalhadores sobre limites da delação premiada reacende um tema sensível em momento delicado. Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal, fala-se em movimento para conter danos e, ao mesmo tempo, reorganizar forças internas. A disputa por influência cresce com a possível chegada de Jorge Messias, vista como peça-chave no equilíbrio entre alas hoje empatadas. Coincidência ou cálculo, o timing sugere mais que rotina processual.










