O principal conselheiro internacional de Lula, Celso Amorim (foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados) deixou claro que o Brasil não embarca no chamado “Conselho de Paz para Gaza”, iniciativa lançada por Donald Trump. Em entrevista, Amorim classificou a proposta como uma tentativa unilateral de redesenhar a Organização das Nações Unidas, sem legitimidade multilateral. O detalhe revelador: o texto ignora a própria Gaza, ausente até no vocabulário do estatuto. Apresentado em Davos, o plano teve adesão aquém do esperado e passou longe do apoio de aliados da OTAN. Para o entorno do presidente Lula, a mensagem é simples: a paz não se constrói por decreto solitário. Sem consenso, sobra palco; falta diplomacia.










