A padronização nacional da fila do INSS, adotada há quase um mês, não reduziu o drama: cerca de 3 milhões ainda aguardam análise, inclusive em casos urgentes. A promessa era dar eficiência e organizar prioridades, mas a espera segue longa, acima de 90 dias em muitos casos. Especialistas apontam possível violação do princípio constitucional da eficiência e lembram que o atraso pode gerar ações judiciais e indenizações. Se há um responsável político pela engrenagem emperrada, o nome mais óbvio é o do ministro da Previdência, Wolney Queiroz (foto: Lula Marques/Agência Brasil), chefe da pasta que comanda o sistema.










